The building and exhibition projects were developed from the original winning proposal. “The evolution of the museum body – whilst metamorphic prosthetic – aims to embed the building into the landscape. Therefore, it is a strong and affirmative gesture but also a subtle intervention, adapted to the topography and in dialogue with the surrounding landscape.” The building is four stories high (roof/Floor 2, Floor 1, Floor 0 and Floor -1) organized in a particular system of vertical and horizontal connections. The roof possesses a parking space and offers a scenic view of the landscape. Two elevators and a staircase directly connect the roof to the museum’s lobby. Floor 0, where the permanent and temporary exhibitions are located, is structured by a ramp/corridor that crosses the entire body of the building. “At the end of the ramp’s first section, stands a connection hub that distributes visitors towards different parts of the Museum.”
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No Ano Internacional da Arquitectura, o Ministério da Cultura e a Ordem dos Arquitectos, promoveram a abertura de um concurso para o projecto deste edifício. O então Instituto Português de Arqueologia, com a colaboração da Ordem dos Arquitectos, lançou o Concurso Público para os trabalhos de concepção e elaboração do projecto do que se designou então “Museu de Arte e Arqueologia do Vale do Côa.” O primeiro prémio foi atribuído à equipa dos Arquitectos Pedro Tiago Pimentel e Camilo Rebelo, do Porto. O museu construído é resultado do desenvolvimento da proposta vencedora: projecto do edifício e o projecto expositivo. “A evolução do corpo do museu – enquanto prótese metamórfica – tem por base um pressuposto único de integração na paisagem. Neste sentido é simultaneamente um gesto forte e afirmativo, mas também subtil, sensível à topografia e dialogante com a paisagem que o recebe.”
O edifício é constituído por quatro pisos, cobertura/Piso 2, Piso 1, Piso 0 e Piso-1, organizados por um sistema particular de circulações verticais e horizontais
A cobertura reúne circulações pedonais de acesso ao museu e faixas destinadas a estacionamento de veículos. Incorpora ainda áreas panorâmicas. Dois elevadores e uma escada criam a ligação directa ao átrio de entrada do museu.
O Piso 0, onde se situa a exposição permanente do museu e as salas de exposições temporárias, é estruturado pela rampa/corredor que percorre todo o corpo. “No fim do primeiro tramo desta rampa forma-se um nó de ligações”: para o interior do Museu, para a área administrativa, sede do Parque e Museu do Côa, para o piso inferior, onde se localiza o restaurante/cafetaria e o auditório.
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